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Como atuar quando as crianças têm pesadelos frequentes?

  • Foto do escritor: Alexandra Gomes
    Alexandra Gomes
  • 4 de jun. de 2024
  • 2 min de leitura

Como foi referido num artigo anterior, os pesadelos recorrentes em crianças podem ser causados por uma variedade de fatores, perante os quais é necessário atuar com sensibilidade e cuidado, de forma a minimizar o mal-estar causado.


Para quando ocorrem, seguem-se algumas estratégias que podem ajudar as crianças a superarem estes períodos mais conturbados e desestabilizadores do seu bem-estar.


  1. Criar um ambiente saudável. Certificar-se que o quarto da criança é um lugar seguro, confortável e adequado a ter uma boa noite de sono; se a criança tiver medo do escuro, utilizar uma luz noturna. Também é importante estabelecer uma rotina de sono regular que inclua atividades calmantes antes de dormir, tais como ler uma história, fazer uma meditação ou tomar um banho quente.


  1. Conversar sobre os pesadelos de forma calma e compreensiva. Comunicar-lhe que é normal ter pesadelos e que os pais estão lá para ajudá-la. Por outro lado, incentivar a criança a desenhar ou a falar sobre os seus pesadelos, ajudando-a a processar e a compreender os seus medos.


  1. Garantir à criança que está segura. Explicar-lhe que os seus pesadelos são da sua mente e não são reais. Ficar com a criança até que ela se acalme e volte a adormecer.


  1.  Evitar estímulos negativos. Evitar que a criança assista a programas de TV, filmes, vídeos ou jogos eletrónicos, que possam ser perturbadores, especialmente antes de dormir. Além disso, devem ser evitados alimentos estimulantes ou atividades excitantes antes da hora de dormir.


  1. Ensinar técnicas de relaxamento. Realizar com a criança técnicas simples de respiração profunda, relaxamento ou meditação guiada, pensando em coisas felizes ou imaginando um lugar seguro e tranquilo, ajuda a criança a acalmar-se e antecipar uma noite tranquila.


  1. Identificar e abordar situações ansiogénicas subjacentes. Fazer por identificar, de forma adequada, se há alguma mudança recente ou fonte de stresse na vida da criança que possa contribuir para ter os pesadelos.


  1. Procurar ajuda profissional. Se os pesadelos forem muito frequentes ou intensos e afetarem o bem-estar da criança, procurar a ajuda de um Pediatra ou Psicólogo Infantil. Estes podem propor estratégias adicionais e avaliar a possibilidade de haver algum problema subjacente que precisa ser tratado.


Ao adotar estas formas de atuação, a criança vê reduzida a frequência dos pesadelos e usufrui de um ambiente mais tranquilo e seguro para ter uma boa noite de sono.

 

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