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ENCONTROS
COM A EDUCAÇÃO
MUNCÍPIO DE ALBERGARIA-A-VELHA
Artigos Recentes
Preguiça ou bloqueio emocional? Quando o “não quero” pode significar “não consigo"
“Ele não quer saber.” “Se se esforçasse mais, conseguia.” “Tem capacidade, mas é muito preguiçoso.” Estas são frases que surgem frequentemente quando uma criança ou adolescente evita tarefas, adia constantemente aquilo que tem para fazer ou parece desistir antes mesmo de começar. Mas será que é sempre falta de vontade? Por detrás de um “não quero” pode, algumas vezes, existir um “não consigo” que a criança ainda não sabe explicar. O que entendemos por “preguiça”? Aquil

Viviana Marinho
há 1 minuto
As emoções não são incêndios para apagar
Quando uma criança chora intensamente, grita porque perdeu um jogo, se atira para o chão porque não pode levar aquele brinquedo ou se fecha no quarto depois de um conflito, é natural que o adulto queira fazer alguma coisa para que aquilo termine. Queremos acalmar, explicar, distrair, resolver. Por vezes, queremos simplesmente recuperar o silêncio da casa. E é aí que começa um dos maiores desafios de acompanhar emocionalmente uma criança: perceber que nem todas as emoções p

Marta Neto
há 5 dias
Burnout académico em adolescentes: quando o cansaço vai além de “estar farto de estudar.
“Já não consigo.” “Não me apetece estudar.” “Por mais que faça, nunca é suficiente.” Estas frases podem surgir ocasionalmente na vida de qualquer adolescente, sobretudo em períodos de testes, trabalhos e maior exigência escolar. Mas quando o cansaço se prolonga, a motivação desaparece e a escola começa a ser vivida como uma fonte constante de pressão, pode ser importante olhar para além daquilo que, à primeira vista, parece apenas falta de vontade. Podemos estar perante s

Viviana Marinho
6 de out.
A relação é o chão onde a educação acontece
Podemos ensinar uma criança a pedir desculpa, a esperar pela sua vez, a respeitar regras, a lidar com a frustração ou a assumir responsabilidades. Podemos explicar, corrigir, orientar e estabelecer limites. Mas existe algo que acontece antes de tudo isto e que, muitas vezes, passa despercebido: a relação na qual essa educação acontece. Podemos pensar na relação como o chão de uma casa. Não é aquilo que vemos primeiro quando entramos, mas é aquilo que sustenta tudo o que es

Marta Neto
1 de out.
Pressão parental e ansiedade nas crianças
“Só quero o melhor para o meu filho.” Esta é uma frase que muitos pais dizem — e sentem — genuinamente. Querem que os filhos sejam felizes, tenham oportunidades, desenvolvam o seu potencial e consigam alcançar aquilo que desejam para o futuro. No entanto, por vezes, sem intenção, aquilo que nasce da preocupação e do amor pode transformar-se em pressão. E quando a pressão é constante, algumas crianças começam a viver o dia a dia com uma sensação persistente de que precisam de

Viviana Marinho
29 de set.
O cérebro em modo semáforo: parar, respirar, escolher
Há momentos em que uma criança parece não ouvir, não colaborar ou “explodir” por algo pequeno. Uma torre cai, o jogo termina, chega a hora de desligar o ecrã ou alguém diz “não”. De repente, surgem gritos, lágrimas, portas batidas ou silêncio fechado. Nesses momentos, pode ser útil imaginar o cérebro como um semáforo. Não porque as emoções possam, ou devam ser controladas com um botão. Mas porque esta metáfora ajuda crianças e adultos a criar um pequeno espaço entre aquilo qu

Marta Neto
24 de set.
Temáticas

Parentalidade Consciente

Inteligência Emocional

Alimentação Saudável
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